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ELA NÃO VENCEU

Em 2013, eu tinha 42 anos, uma esposa encantadora, três filhos maravilhosos e um alto cargo executivo em um dos órgãos públicos federais mais importantes do país. Estava no auge da minha vida pessoal e profissional. Tudo era perfeito! Ninguém poderia prever o que estava por vir. Um jogo corriqueiro de tênis com meu filho, meu braço não se mexe... O que estaria acontecendo comigo? Algumas semanas depois, nada mais era como antes! Meu mundo estava destruído, meus sonhos despedaçados. Fui diagnosticado com uma doença rara, incurável e fatal: Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA. Como seguir em frente?!? Sozinho, eu não conseguiria. Eu necessitava de ajuda, e tive toda a ajuda que eu precisava. 

ELA NÃO VENCEU é a história real de fé, coragem e superação de uma família atingida pela ELA, e não trata apenas da doença, trata das emoções e, principalmente, dos aprendizados. Trata, sobretudo, da virtude de saber viver: de celebrar a vida da melhor forma que ela nos permitir.

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Obrigado pelo envio!

Francisco Ricardo (Chico)

22/06/21 18:37

Olá meu amigo José Afonso!

Confesso que somente ontem terminei de ler o seu livro: “Ela não venceu”.
Li em dois dias.
Comprei seu livro em 13 de setembro de 2020.
Sendo assim, a pergunta que se apresenta é: porque tanto tempo para iniciar a leitura?
Bem, eu acredito que os livros tem o seu tempo, como se devêssemos antes ter o espírito preparado para poder vivenciá-los.
E para que tanto preparo?
Nós leitores sabemos que a jornada da leitura, seja ficção ou não, exige do leitor. A história contada nos fará vestir personagens, sofrer com os injustiçados, vibrar com as conquistas, talvez chorar com as perdas.
Como? Ficção também?
Sim, claro. J.R. Tolkien ao escrever o “Senhor dos Anéis”, onde narra a tomada da Terra Média pelo terror de Sauron, descreveu batalhas épicas de Orcs contra humanos e Elfos, com uma riqueza de detalhes que nos transporta à batalha. Nos coloca em plena ação. Imagine o impacto da narrativa a um leitor mais avisado e conhecedor da biografia do autor, ao abstrair a carga mitológica e compreender que ali, de certa forma, Tolkien procurou trazer para a literatura os horrores de sua própria participação em combate na primeira guerra mundial. A história do Anel traz muito da vida de Tolkien, o que nos faz mergulhar nas milhares de linhas épicas com muito mais emoção.
Se a ficção já exige preparação, e traz profundas emoções, o que dizer de uma história real, contada pelo próprio autor, com personagens que tenho pleno conhecimento e da qual eu já conhecia muitos capítulos?
Sim, eu precisava estar preparado.
Sendo assim, há poucos dias trás, havia chegado, para mim, o tempo do seu livro.

Primeiramente, parabéns pelo livro. Pela escrita. Pela forma. Pelo estilo.
A história relatada, que já apresenta no seu título o desfecho do livro- “Ela não venceu” – nos conduz por vários gêneros literários, que nos permite navegar por diferentes emoções e estados de espírito. Está claro o romance, a didática de um artigo científico quando necessário, além de momentos de humor, como nas crônicas mais irônicas de Fernando Sabino. Em nenhum momento quis me desligar da leitura, deixar minha mente vagar. Eu precisava entender cada detalhe, ler cada pensamento, imaginar cada sensação.

É uma história muito forte, de muita intensidade.
Como tudo pode mudar em tão pouco tempo?
Como um corpo, uma mente e um espírito, conseguem vivenciar tantas reviravoltas e sobreviver, não sem sequelas, a tantas provações?
Como a família e amigos respondem tão rápido e com tanta garra frente aos fatos apresentados?
E Deus? Como encará-lo frente a frente?
Como entender seus desígnios?

Um dos grandes propósitos do livro, certamente, é o registro da experiência, que o torna uma excelente referência aos portadores de ELA em todo mundo. Auxiliará sobremaneira muitas pessoas que estejam passando por esse gigantesco problema. O livro apresenta muitas indicações médicas, fala a respeito de procedimentos, exames, cita diversas instituições e profissionais especializados, além de se apresentar como um fiel retrato do dia-a-dia do paciente, sua equipe, família, amigos e casa.

Mas, para mim, o livro é universal. Ele extrapola a referência em relação a um tema.
O que o torna digno de estar lado a lado com os clássicos, os premiados, os universais é sua humanidade. Todas as obras ditas clássicas trabalham com as características que nos tornam humanos. Nosso amor, fé, retidão, sofrimento, esperança.
No seu livro todos esses sentimentos sobram, e ao final você nos diz ser o homem mais feliz do mundo. Admite estar bem com Deus, apesar de tudo. Olha com alegria onde outros enxergariam desesperança. Ajuda ao próximo com aplicativos e livros, onde outros somente aguardariam o próximo dia chegar. A palavra amor é escrita muitas vezes mais que a palavra dor, que a palavra amargura.

Parabéns!

Não é fácil mostrar suas fraquezas, medos e demônios. E eles também estão lá. Como que para expurgar o que não tem mais lugar, abrindo espaço a outros sentimentos e ao desejo... desejo de viver.

Peço desculpas por me alongar, não queria ter escrito um texto. Mas quem me conduz é a emoção e admiração, e, nesses casos, como que um ato psicografado, merece continuar a discorrer.

Enfim, meu resumo, amei o seu livro. Ele me proporcionou muitas, imensas reflexões.
Parabéns ao ser humano José Afonso que hoje, após tantos eventos, está mais forte, mais sábio, um universo aberto em uma mente viva e sagaz.
Parabéns a sua fantástica família, que o abraçou e o abraça na trajetória da vida.
Parabéns aos seus amigos, incansáveis, que sempre o acompanham.
Parabéns ao meu cunhado Marcelo Accioly que sempre, sempre, me traz notícias suas e continua sendo o amigo que te desafia a superar os seus limites.

Continue escrevendo, por favor. Continue criando. Como você disse no seu livro, você tem um propósito.

Um grande abraço meu Amigo, fique com Deus!

Francisco Ricardo (Chico)

Renata

25/04/21 20:38

Inspirador.

Maria Aparecida Caires

13/04/21 00:58

Amei 🥰

Cristiano Prado Grangeiro

12/03/21 14:07

Primo, estava há algum tempo para escrever esse post sobre seu livro. Primeiro de tudo, quero dizer que tenho um orgulho e admiração enorme por você e tudo que você representa para seus filhos, sua esposa, sua família e todas as pessoas que convivem contigo. Não consigo imaginar a minha vida diante das dificuldades e desafios que você passou desde a aparição do ELA. Você é um forte e perspicaz guerreiro pois aprendeu a lutar contra essa doença de maneira muito sabia e usando o que vc tem de mais forte: a sua mente! Meu pai inclusive sempre me mostrou que nossa mente é capaz de tudo. Basta querermos de verdade e teremos!! E ao ler seu livro, lembro de outro livro que li há muito tempo atrás, quando ainda jogava tênis. Chamava-se “The Mental Game” de James Loehr e ainda depois o “O Poder sem Limites” de Anthony Robbins. E alguns tantos outros livros, sugeridos pelo meu pai, sobre como nossa mente é poderosa. E este seu livro mostra muito isso!! É claro que o suporte de uma família maravilhosa e sua crescente fé foram essenciais para vencer a ELA. Não há dúvidas!! E ao ler este seu incrível e instigante livro, fico ainda mais admirado, não só pela sua força interior, mas por descrever tão claramente e sem pudor seus medos, inseguranças, momentos de desespero e algumas vezes a vontade de desistir de tudo. O livro passa diferentes emoções e nos leva a sentir, pelo menos um pouco, tudo aquilo que voce sentiu nesses 8 anos com a doença. E isso é maravilhoso e muito muito inspirador!! Obrigado primo, pelo que você é e por tudo que você representa! Espero que este seja o primeiro de muitos outros best sellers!! Grande beijo e parabéns pelos seus 50 anos!! Que venham muito mais!! P.S. Já passei o livro pra babá dos meus filhos pois o cunhado tem ELA e segundo ouvi, ele não tem tido mais gosto pela vida. Espero que o livro seja fonte de inspiração e esperança pra eles, como tem sido para tantas outras pessoas.

Carlos Alberto Padilha

14/12/20 20:38

Acabo de ler seu livro, emoção do início ao fim. Belo exemplo de força e superação. Obrigado Zé Afonso. Que Deus continue te abençoando.